Home Data de criação : 07/10/15 Última atualização : 09/06/25 13:25 / 96 Artigos publicados

O jornalismo em nossa região  escrito em quinta 25 junho 2009 13:25

Como jornalista formada, jamais deixaria de me manifestar sobre o tema polêmico que tomou proporção nacional na última semana: o STF derrubou a obrigatoriedade do diploma para o exercício da funções de jornalista. Na mais pura verdade daqui para a frente, qualquer um poderá dizer que é jornalista, mas poucos poderão dizer que são bons jornalista.

Em nossa região, anualmente a Urcamp forma profissionais.Alguns excelentes, outros nem tanto, como acontece em qualquer profissão. Há bons e mais jornalistas assim como bons e maus advogados, médicos, arquitetos e engenheiros. Como em qualquer decisão há pros e contras.

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O verso e o inverso do discurso político  (Válvula de Escape) escrito em quinta 28 maio 2009 16:48

A leitura de cima para baixo e de baixo para cima.

Em nosso partido político cumprimos o que prometemos.
Só os tolos podem acreditar que
Não lutaremos contra a corrupção.
Porque se a algo certo para nós é que
A honestidade e a transparência são fundamentais para alcançar nossos ideais
Demonstraremos que é uma grande estupidez achar que
As máfias continuarão fazendo parte do governo como em outros tempos
Asseguramos sem sombra de duvida que
A justiça social será principal objetivo de nossas ações
Apesar disso, ainda existem idiotas que fantasiam que
Se possa seguir governando com artimanhas da velha política
Quando assumirmos o poder, faremos o impossível para que
Se acabem os privilégios e negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
Nossas crianças morram de fome
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
Os recursos econômicos se esgotem
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política
 
Agora leia de baixo pra cima e tire suas conclusões

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Congresso pronto para votar redução da jornada de trabalho  (Curtas Brazil) escrito em sexta 22 maio 2009 14:17

A solicitação de seis centrais sindicais ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), que coloque em votação a Proposta de Emenda à Constituição – PEC, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais ainda este mês teve como resposta que a Câmara já está pronta para votar. A audiência das centrais com a presidência da casa serviu também para ser entregue uma pauta de projetos prioritários na área trabalhista.

A pauta foi elaborada em conjunto entre as centrais sindicais - Força Sindical, CUT, NCST, UGT, CGTB e CTB -  e as lideranças de seis partidos - PT, PDT, PV, PCdoB, PSB e PTB. Além da redução da jornada de trabalho, propuseram na pauta salário mínimo, terceirização, Convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e trabalho escravo.


As centrais elogiaram a decisão do presidente Michel Temer de liberar a pauta de votações da Câmara, que estava presa às Medidas Provisórias (MPs), o que possibilita a votação de matérias de interesse dos trabalhadores. O segundo passo para garantir a votação das matérias é sensibilizar os líderes para incluir os temas na pauta de votação.


Temer disse que iria levar as reivindicações dos trabalhadores para o Colégio de Líderes. E aconselhou os sindicalistas a fazerem o trabalho de sensibilização dos lideres, passo considerado importante pela deputada Jô Moraes (PCdoB-MG).


Parar o Brasil


O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), que é também presidente da Força Sindical, disse que é hora de “ir para o conflito, e saber quem é contra as 40 horas, e eles que expliquem para sua base em 2010 (ano eleitoral)”, sugerindo que a matéria da redução da carga horária seja votada até o final deste mês. Ele anunciou que as centrais sindicais vão parar o Brasil no dia da votação. A fala de Paulinho da Força foi dirigida especialmente ao deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) que participou da audiência para demonstrar apoio à proposta. Sampaio lembrou que a última redução de jornada de trabalho ocorreu em 1988, na época da Constituinte, e que passados 20 anos, os avanços tecnológicos ocorridos nesse período não reverteram em benefícios para os trabalhadores. Ele destacou ainda outros argumentos que são sempre citados pelos defensores da proposta: possibilidade de abertura de novos postos de trabalho e redução das horas-extras, que representam grandes prejuízos para os trabalhadores.


Mudanças estruturais


O representante da CTB, Joilson Cardoso, destacou que a proposta dos trabalhadores está centrada em seis pontos estruturais. E que a aprovação desses pontos vai determinar o rumo que o Brasil pretende tomar no combate aos efeitos da crise. Já a deputada Manuela d´Ávila (PC do B – RS) também enfatizou a necessidade de o Brasil adotar mudanças estruturantes no enfrentamento da crise econômica e que esta pauta aponta nesse sentido. Ela destacou como importante alternativa a aprovação de matéria que impeça as demissões em massa, anunciando as articulações de elaboração de proposta sobre o assunto que deve ser levada à votação em Plenário.


Propostas dos trabalhadores


A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a carga horária máxima semanal de 44 para 40 horas e aumenta o valor da hora extra de 50% do valor normal para 75% aguarda votação em uma comissão especial da Câmara. O relator da matéria na comissão deputado Vicentinho (PT-SP), disse que já pode apresentar o relatório. Após aprovação da PEC na comissão, as centrais pedem a votação, no Plenário, da proposta do ex-deputado e atual senador Inácio Arruda (PCdoB-CE).


Os demais itens da pauta das centrais são:
- votação do substitutivo do relator, deputado Pepe Vargas (PT-RS), ao projeto que acaba com o fator previdenciário.
- aprovação do Projeto de Lei que estabelece a política de valorização do salário mínimo;
- aprovação da Proposta de Emenda à Constituição  (PEC) que expropria as propriedades rurais onde houver o trabalho escravo;
- aprovação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), sobre negociação coletiva no serviço público;
- aprovação de uma lei que proíba a demissão imotivada, nos termos da Convenção 158 da OIT.

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Salário das mulheres é menor em todos os países  (Curtas Brazil) escrito em terça 10 fevereiro 2009 11:48

Não importa quão alto é o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): na Islândia (país de maior IDH) ou em Serra Leoa (país de pior IDH do ranking de 179 nações), as mulheres têm salários menores do que os homens. É isso que diz a edição de 2008 da MPG (Medida de Participação Segundo Gênero), indicador que mede a participação feminina em cargos legislativos, de alto escalão e de gerência, e calcula a diferença entre o salário dos homens e das mulheres. Há países em que a diferença de renda entre gêneros é bem menor do que em outros, mas em todos os homens ganham mais.

 

O Brasil, com índice de 0,498 (quanto mais perto do 1, melhor), é o 81º em um ranking de 108 países para o indicador, que usa dados de 2006. O levantamento mostra que apesar de as brasileiras apresentarem maior esperança de vida ao nascer (75,8 anos, contra 68,4 dos homens), maior taxa de alfabetização (89,9% das mulheres com mais de 15 anos estavam alfabetizadas em 2006, contra 89,4% dos homens), e maior taxa bruta de frequencia à escola (89,4% das mulheres para 85,1% dos homens), o rendimento feminino, no Brasil é, em média, 56% do rendimento masculino. Isso significa que se os homens recebem R$ 1.000, as mulheres ganham apenas R$ 560.


Isso se dá por conta de antigas convenções sociais de gênero, de acordo com Ana Carolina Querino, assistente técnica do UNIFEM (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher), que atua na implementação das atividades do Programa Regional de Gênero, Raça, Etnia e Pobreza do fundo. “Pelas convenções, a mulher ocupa o espaço privado e o homem o espaço público, de provedor da casa. Com o tempo a mulher vem ganhando espaço, mas isso não se reflete no mercado de trabalho, onde há o que chamamos de teto de vidro: quanto mais alto o posto nas empresas, menor o número de mulheres”, explica. Ana acrescenta que a falta de mulheres em cargos de chefia não acontece somente por culpa das empresas. “O UNIFEM tem um programa de promoção da igualdade de gêneros nas companhias, que promove cursos de capacitação para que as mulheres estejam aptas a ocupar cargos de gerência. E muitas empresas dizem que é difícil preencher as vagas dos cursos, pois não há procura das próprias mulheres”, afirma.


Ranking


O país com melhor índice (que indica menor desigualdade de gêneros) é a Suécia (MDG de 0,925), que também conta com a menor diferença entre rendimento (a mulher ganha 84% do salário do homem). Apesar disso, as mulheres ocupam apenas 32% dos cargos legislativos, 47% dos de alto escalão. Na ponta de baixo está o Iêmen (MDG de 0,136), onde as mulheres ganham apenas 30% do salário dos homens, ocupam 0,7% dos cargos legislativos e têm 4% das posições de alto escalão. No Brasil, elas ocupam 9,4% dos cargos legislativos, 35% dos de alto escalão, e 53% dos postos de gestão.


Nas estatísticas do índice de 2008, a baixa presença das mulheres em cargos legislativos (os menos ocupados por mulheres), de alto escalão e de gerência acontece até mesmo nos países que têm as menores diferenças entre o rendimento das mulheres e dos homens.


Uma das formas de reverter a situação brasileira é “investir numa educação que valorize o papel da mulher no trabalho e encoraje as meninas para áreas mais técnicas”, afirma o consultor do PNUD na área de desenvolvimento humano, Flávio Comim. “Esses dados mostram que o problema brasileiro é no mercado de trabalho, e por isso, as políticas devem ir além de uma universalização da educação, visar valores e qualidade. Devemos traduzir o avanço educacional que tivemos para o mercado de trabalho”.


“As mulheres dedicam 27 horas semanais para os trabalhos domésticos, enquanto os homens dedicam dez, independentemente de trabalharem fora ou não”, acrescenta a assistente do UNIFEM. Ana lembra que um fator importante para a diferença de renda é o tipo de carreira escolhido por cada sexo. Segundo ela, as mulheres procuram cursos como Assistência Social, Enfermagem e Letras, menos valorizados, enquanto os homens, associados a características como objetividade e racionalidade, buscam Engenharia, Direito e Medicina. Para que essa mudança de mentalidade aconteça, Ana acredita na importância da divulgação de dados como o MPG, revelando desigualdade existente entre os gêneros. “É preciso mostrar que este não é um quadro natural”, afirma.


Africanos estão entre os menos desiguais


Os países escandinavos, primeiros no ranking do IDH, disputam os primeiros lugares da lista de países com menor diferença de renda entre homens e mulheres com países africanos, que figuram no final do ranking do IDH. O Quênia, 144º no ranking do IDH, está em segundo lugar em igualdade de rendimento entre os sexos (as mulheres ganham 82% dos homens). Moçambique, 175º no IDH, é o terceiro de menor desigualdade de renda (mulheres ganham 81% do salário masculino). Na lista dos dez primeiros colocados ainda estão duas naçõses africanas — Burundi e Malawi —, com baixo IDH.


A explicação para isso, segundo Comim, está no fato de que ter um desenvolvimento mais baixo não significa que a discriminação contra as mulheres seja maior. A mesma lógica vale pra os países desenvolvidos que, independentemente do alto IDH, apresentam grandes diferenças nos rendimentos feminino e masculino — como é o caso da Áustria (que está em 19º lugar no ranking do IDH e é o 144º na comparação entre rendimentos de homens e de mulheres), do Japão (8º no IDH e 126º na comparação dos rendimentos) e da Itália (19º no primeiro ranking e 117º no segundo) . Comim afirma ainda que os casos específicos do Quênia e de Moçambique podem refletir uma tradição desses países de ter um papel das mulheres forte.


Se um número considerável de países africanos está entre os de menor diferença entre o rendimento das mulheres e dos homens, no final da lista há uma outra constante: os países islâmicos. Os dez últimos lugares são todos de religião muçulmana. A assistente da UNIFEM explica: “Essas desigualdades são convenções sociais, e nos países muçulmanos o papel da mulher é mais subordinado.”


Questão Antiga


A igualdade de gêneros foi tema do RDH (Relatório de Desenvolvimento Humano) de 1995, quando, pela primeira, vez foram calculados a MPG e o IDG (Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado ao Gênero). Sobre a importância do assunto, o relatório diz: “O reconhecimento de direitos iguais para mulheres e homens, e a determinação em combater a discriminação de gênero, são conquistas iguais em importância à abolição da escravidão, à eliminação do colonialismo e ao estabelecimento de direitos iguais para minorias étnicas e raciais.” Segundo o relatório, desenvolvimento humano significa o aumento das escolhas para todas as pessoas, não só para uma parte da sociedade. “Este processo torna-se injusto e discriminatório se a maioria das mulheres são excluídas de seus benefícios. A contínua exclusão das mulheres de muitas oportunidades econômicas e políticas é uma contínua acusação ao progresso moderno”, afirma o texto.


Já nessa época, o estudo constatou que as maiores barreiras para a mulher eram a econômica e a política. “A participação da força de trabalho feminina [no total] cresceu somente quatro pontos percentuais em 20 anos — de 36%, em 1970, para 40%, em 1990. Em comparação com dois terços de crescimento no número de mulheres adultas alfabetizadas e nas matrículas escolares.”

Fonte vermelho.org.br / Por Mariana Desidério, do Pnud

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A certeza longe demais da sensatez  (Filosofando) escrito em terça 30 dezembro 2008 02:38

 

O Oriente Médio mais uma vez faz a repetição em promover o extremo da intolerância. Os ataques aéreos pelas forças militares de Israel, no Norte e no centro da Faixa de Gaza, ampliam para mais de 300 mortos e 900 palestinos feridos. As notícias dão conta que os F-16 israelenses bombardeiam sem cessar instalações de segurança e quartéis da Polícia do movimento islâmico Hamas. Isto sem mencionar prédios, veículos e alvos cívis.

Os protestos no mundo islâmico e europa aumentam. Há movimentos de protesto inclusive em Israel. Mas mesmo com total desaprovação mundial o governo israelense afirma que a campanha prosseguirá. Por outro lado, o Hamas segue disparando mísseis contra Israel.

A força extremamente superior dos ataques do exército de Israel, mediante a fragilidade da população palestina, além de desproporcional, evidência a surrada tese do bem contra o mau. Como se isto fosse variante e tese para se propalar a morte de tantos inocentes que desejam tão somente viverem suas vidas na plenitude do que suas pátrias mães tem a lhes oferecer.

É dá forma em estado de alerta como vivem dioturnamente estes povos. Poderíamos até dizer do contraditório que é. Mas é facil entender as sociedades civis israelenses e palestinas. É somente fazer um exercício de como gostamos da nossa terra. Como nos enrigesse de orgulho o hino nacional, as vitórias desportivas, ver e sonhar em criar filhos, netos... É costume dizer que amamos a nossa terra. E não encontramos nada de piegas declarar amor eterno ao nosso chão. Então cabe aí o entendimento de que não adianta querer tirar o povo de Israel do território onde estão e tão pouco desejar enveredar fronteira a dentro da Palestina para poder acomodar melhor sua população, como o faz Israel.

Se é certo, ou errado o estado de Israel não justifica tanta bárbarie. A neutralidade de quem mais sofre deste interminável conflito entre árabes e judeus, que são seus respectivos povos devem ser vistos com maior grandeza pelos governantes de toda aquela região. Quanto ao mundo deve impulsionar um grande movimento de não interferência externa americana que cultiva a intolerância entre estes povos.

A ocasião retrata o dito por Ernesto Che Guevara, médico Argentino, conhecido como comandante cubano pela sua bravura e ideais bastante claros em defesa dos povos. Disse Che: “Sentir profundamente qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, é a qualidade mais bonita de um revolucionário.”

O dito deveria inspirar defensores de plantão que sair em defesa de uma das partes que não seja dos populares palestinos e israelenses é no mínimo um grande contracenso que nada tem a ver com ideologias e muito menos com a fraternidade que deve existir entre os povos.

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