Home Data de criação : 07/10/15 Última atualização : 09/08/28 19:21 / 97 Artigos publicados

Goethe  (Válvula de Escape) escrito em terça 01 julho 2008 16:22

No momento em que nos comprometemos, a providência divina também se põe em movimento. Todo um fluir de acontecimentos surge ao nosso favor. Como resultado da atitude, seguem todas as formas imprevistas de coincidências, encontros e ajuda, que nenhum ser humano jamais poderia ter sonhado encontrar. Qualquer coisa que você possa fazer ou sonhar, você pode começar. A coragem contém em si mesma, o poder, o gênio e a magia.

Goethe

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Trabalho infantiL  (Curtas Brazil) escrito em terça 10 junho 2008 17:46

Blitz encontra 129 crianças trabalhando na Praia do Futuro

As 129 crianças abordadas pelas auditoras do trabalho foram cadastradas pelas equipes e terão seus dados encaminhados ao Programa de Erradicação do Trabalho infantil.

 

Um grupo de oito auditoras fiscais da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Ceará (SRTE/CE) estiveram durante a manhã de ontem na Praia do Futuro promovendo uma blitz contra o trabalho infantil na orla. O alvo principal da ação foram as crianças que são exploradas em trabalhos informais, a exemplo da venda ambulante de coco, amendoim, bolo, bronzeadores. Durante a ação foram identificadas 129 crianças em atividade (122 atuavam como ambulantes e sete prestavam serviços em barracas).

 

A iniciativa da blitz foi parte da programação que ocorre desde o dia 1º deste mês, pelo Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil. A data, comemorada em 12 de junho, foi institucionalizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 2002. No fim de semana passado, dia 1º, uma ação semelhante foi realizada na praia da Barra do Ceará. A programação será encerrada na próxima quinta-feira, 12, com a realização de um seminário no Olympo Praia Hotel, a partir das 14 horas. Conselhos tutelares, secretarias da Educação, Esportes e Ação Social de todos os municípios cearenses foram convidados a participar.

 

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Ceará é o quarto estado no ranking dos que mais exploram a mão-de-obra infantil e adolescente. O trabalho é totalmente proibido até os 13 anos de idade. Entre os 14 e 15 anos, é permitido apenas na condição de aprendiz, e entre 16 e 17 anos, é permitido se não for noturno (após as 22 horas) ou em condições danosas, perigosas ou insalubres.

 

A fiscalização realizada ontem também foi ocorreu nas barracas de praia. Em uma delas foi encontrado um adolescente de 17 anos trabalhando sem carteira assinada. Os fiscais exigiram do empregador a assinatura do documento. Eles informaram também que o rapaz não poderia servir bebida alcoólica. Em outra barraca foram identificados cinco adolescentes, mas os responsáveis pelo comércio se recusaram a receber as notificações. O caso será encaminhado ao Ministério Público do Trabalho.

 

Conforme as auditoras Conceição Barros e Socorro Tomaz, a área da Praia do Futuro e da orla marítima de um modo geral são grandes focos de trabalho infantil, por isso a opção para a fiscalização. De acordo com a Legislação trabalhista brasileira, é proibido qualquer trabalho de adolescentes menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. Os profissionais esclareceram às crianças abordadas ou aos seus responsáveis sobre a irregularidade da situação. Ao mesmo tempo, fizeram o cadastro delas para encaminhamento ao Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS).

FONTE: www.vermelho.org.br  

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Empregado ou empregador: qual é a situação mais favorável na atualidade?  (Filosofando) escrito em terça 03 junho 2008 16:02

             Não é necessária nenhuma pesquisa para afirmar que o sonho de grande parte dos brasileiros é ser patrão. A apologia ao negócio próprio, não está apenas entre as classes menos favorecida, é uma ambição que passa pelas mais variadas classes sociais, que idealizam a condição como sublime e extremamente favorável às possibilidades de crescimento financeiro. Mas será que esse sonho diante do vigente mercado competitivo é realmente compensador?

            Ao analisarmos a situação do empregado e empregador, podemos enumerar uma série de prós e contras. Vamos começar com alguns conceitos radicais e a partir daí, tentarmos fazer a escolha certa para o nosso futuro profissional.

            Desde os primórdios o ser humano tem a sua subsistência baseada na satisfação das suas necessidades. O trabalho vem a atender grande parte dos seus anseios, afinal é com a remuneração periódica que o trabalhador – ou empregado – bem como o empregador, tem em mãos o dinheiro para satisfazer as necessidades básicas que são viver, comer, vestir-se e também as secundárias ou supérfluas, que é adquirir um determinado status na sociedade, ter um papel social, e conquistar formas que ostente luxos e vaidades.

            Em ambas as condições (empregado ou empregador) o trabalho, portanto, é inevitável, salvo àqueles casos onde o dinheiro é abundante ou por riqueza adquirida, herança, jogos de azar, entre outras possibilidades. Mesmo assim, há quem com todo o dinheiro necessário, não consiga ficar sem trabalhar, sendo esta a forma de satisfazer a auto-estima.

            A maior vantagem do empregado é que ele tem a justiça brasileira ao seu lado, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) aponta o favorecimento quase que consensual do empregado – ou colaborador – sendo uma aliada em qualquer pendência judicial.

            Outras vantagens norteiam a condição. O empregado tem a certeza do salário no final do mês (ou quinzena, semana, etc); tem a possibilidade de repouso remunerado, folga, férias; além do salário conta com remuneração e benefícios como vale-transporte, vale-alimentação, 13° salário, seguro desemprego, rescisão contratual, auxílio doença através de planos de saúde e também uma vantagem bastante considerável, dependendo do emprego, consegue desligar do cotidiano profissional, cumprindo os demais papéis na sociedade, sendo pai ou mãe, filho (a), amigo (a), namorado (a), esposo (a), entre outros papéis que o possibilitam lazer, diversão, entretenimento, alegria.

            A busca por qualidade de vida, mesmo entre os empregados que e tese tem menos preocupação com a gestão, é constante. Executivos de grande porte e aqueles que ocupam cargos de menor hierarquia dentro de uma instituição estão buscando tempo, que hoje vale dinheiro, tentando driblar o desafio de conciliar a vida pessoal com competitiva carreira e sucesso profissional.

            Mas, ser empregado tem uma tendência opressiva também. Ele tem menos preocupação com a organização e mais tempo livre, entretanto é suscetível ao assédio moral, a subordinação, a burocracia, jornada exata de trabalho e hierarquia. A competitividade e instabilidade a qual se submete de uma certa forma, também são critérios a contar.

            Uma outra questão bastante delicada para o colaborador, é enfrentar a ditadura de administradores que são na verdade chefes e não líderes. A empáfia da chefia está sendo substituída pelo espírito de equipe do líder, que compreende seu colaborador como um ser humano, cheio de necessidades pessoais, desta forma favorecendo o seu CHA (Competências – Habilidades – Atitudes) e o encaminhando para que exerça uma função que venha ao encontro das necessidades organizacionais. Tanto é atual esta afirmativa que no mês de maio, o presidente do banco ITAÚ (segundo maior banco privado nacional), Roberto Setubal enviou um memorando a todos os colaboradores onde citou as “Novas práticas de recursos humanos no mercado”. O banqueiro recomendou que todos passem a se ver como iguais, sejam chefes ou subalternos. A nova postura determina que aposentem o tratamento “doutor” e utilizem “camarada”. Exemplos como este cada vez são mais comuns em empresas que realmente crescem e tem por coordenação líderes com o perfil que hoje o mercado exige.

            Vamos então agora entrar no estereotipo do empregador. Tanto ele líder como chefe, carrega consigo uma série de prós e contras também. A favor do patrão está a força de trabalho e o poder de mando. Chega e sai na empresa independente do expediente, tem uma flexibilidade de dia e horários, seleciona seus colaboradores, fica com o lucro e a visibilidade dos méritos, mas, também das derrotas. O “patrão” forma mais corriqueira de denominar aquele que manda no negócio, empresa ou empreendimento, ao contrário do empregado – ou funcionário, tem a preocupação constante com o que comanda, precisa se abdicar muitas vezes de férias, porque está no comando e organização da situação; carrega uma pesada carga tributária, enfrentando juros e taxas que crescem vertiginosamente no Brasil; correm muito mais riscos, se levam a falência uma empresa, as chances de reposição no mercado são limitadas e um dos pontos mais desfavoráveis, tem a Lei contra eles. É raro um caso onde patrão ganha uma causa, afinal, conforme já citado, a CLT protege o colaborador.

            Refletindo sobre as vantagens e desvantagens, pode-se chegar a conclusão de que o empregado é um acomodado e o empregador um excêntrico e ousado profissional?. Essa comparação pode ser ou não ser verdadeira, isso depende de cada um. Tanto pode ser assim, um funcionário arcaico que não abre mão da máquina de escrever dentro de uma empresa com um líder inovador e empreendedor, como podemos encontrar um colaborador visionário em uma espaço onde o “chefe” é conservador e tradicional.

            Fica de todos estes apontamentos, a certeza de que o que mais vale é o esforço individual. Temos que ser o melhor e não apenas quem faz tudo “certinho”. Temos que ser constantes em nosso aprimoramento sejamos nós chefes ou subalternos. Precisamos estar a frente, atentos ao que o mercado quer e em qualquer das condições, uma palavra na atualidade vale muito mais que cursos caros e uma infinidade de qualificações, ela é: CRIATIVIDADE. Use, abuse dela, seja criativo para resolver os problemas, para criar projetos e se manter em alta, sendo insubstituível sim!.

                Nadiane Momo – Jornalista – Pós-graduanda em Gestão de Pessoas

 

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Farah recebe pena de 13 anos de prisão, mas deixa tribunal em liberdade  (Válvula de Escape) escrito em sexta 18 abril 2008 03:26

17/04/2008 - 21h54

 

O ex-cirurgião Farah Jorge Farah foi condenado nesta quinta-feira a 12 anos de prisão por assassinato e mais um ano por ocultação de cadáver. A sentença foi dada pelo juiz Rogério de Toledo Pierri, do 2º Tribunal do Júri do fórum de Santana. Ele foi considerado culpado pelos jurados por unanimidade, mas não sairá do tribunal preso. O ex-médico era acusado de matar e esquartejar a ex-namorada e paciente Maria do Carmo Alves, 46.

Farah conseguiu a liberdade provisória em 2007 com um habeas corpus do STF (Supremo Tribunal Federal). Por isso, para ser preso, o ex-cirurgião terá de aguardar o processo transitar em julgado --quando não há mais direito a recursos

Farah estava sob julgamento desde a terça-feira (15), no fórum de Santana (zona norte). No primeiro dia de júri, o ex-médico disse que era ameaçado pela vítima --a paciente Maria do Carmo Alves, 46, com quem teve um relacionamento amoroso-- e afirmou não lembrar do momento do crime. A tese usada pelos advogados de Farah foi de legítima defesa, que foi contestada pela Promotoria.

"Aquela mulher me atacou e eu me defendi tanto quanto pude. De lá para cá eu não me lembro. Eu surtei", afirmou. "Ninguém estava na minha pele naquele dia. Ninguém estava na minha pele naqueles cinco anos para saber o que eu sofri", disse o ex-cirurgião no primeiro dia de júri.

Nesta quinta-feira, os advogados de Farah reafirmaram a tese de legítima defesa, dizendo que a vítima chegou ao consultório do ex-cirurgião armada de uma faca e que ele desarmou a mulher e a golpeou com a mesma faca na região do pescoço.

"Se ele tivesse dado um tiro nessa mulher e chamado a polícia o julgamento seria outro", segundo Podval.

A defesa de Farah também apresentou hoje relatórios de companhias de telefonia que apontaram que Maria do Carmo ligou para o ex-médico 3.708 vezes no mês de março de 2002.

Ontem (16), testemunhas ouvidas pela Justiça afirmaram ter sofrido abusos sexuais enquanto estavam sedadas devido a procedimentos cirúrgicos. Uma delas disse que, ao se recordar do abuso, não acreditou que fosse real. "Mas depois eu comecei a ouvir outras histórias iguais e fiquei assustada."

Crime

O ex-médico foi julgado pelo assassinato da paciente e ex-namorada Maria do Carmo. O crime ocorreu no consultório de Farah, em Santana (zona norte). Em novembro de 2006, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) cassou a licença para o exercício de medicina do cirurgião. Em maio de 2007, Farah conseguiu liberdade provisória.

À época do crime, a polícia informou que Farah usou um bisturi e pinças para dissecar o corpo de Alves e retirar a pele de parte do rosto, tórax e pontas dos dedos das mãos e pés. O processo teria levado dez horas. (da Folha Online)



 

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O que é de fato significativo?  (Válvula de Escape) escrito em terça 15 abril 2008 15:39

que muitas vezes o filho não limpa o quarto e fica vendo televisão,

significa que...

está em casa!

 

A desordem que tenho que limpar depois de uma festa,

significa que...

estivemos rodeados de familiares e amigos!

 

As roupas que estão apertadas,

significa que...

tenho mais do que o suficiente para comer!

 

O trabalho que tenho em limpar a casa,

significa que...

tenho uma casa!

 

As queixas que escuto acerca do governo,

significa que...

tenho liberdade de expressão!

 

Não encontro estacionamento,

significa que...

tenho carro!

 

Os gritos das crianças,

significa que...

posso ouvir!

 

O cansaço no final do dia,

significa que...

posso trabalhar!

 

O despertador que me acorda todas as manhãs,

significa que...

estou vivo!

 

Finalmente pela quantidade de mensagens que recebo,

significa que...

tenho amigos pensando em mim! 

 
'QUANDO PENSARES QUE A VIDA TE CORRE MAL...

LEIA OUTRA VEZ ESTA MENSAGEM!!!' 

 

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